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Argentina aumenta restrições para importar



A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ampliou ontem as barreiras protecionistas do país. O objetivo é reduzir as importações e elevar o superávit comercial que, entre 2009 e 2010, recuou de US$ 16,8 bilhões para US$ 12 bilhões. De acordo com o Ministério da Indústria, o número de produtos importados que perderam licenças automáticas de entrada passou de 400 para 600, incluindo, a partir de agora, eletrodomésticos, automóveis de luxo, têxteis, bicicletas, motos, tratores e celulares. Confiante na promessa da Casa Rosada, feita em fevereiro, de que a medida não afetará os negócios com integrantes do Mercosul, o governo brasileiro não se posicionou oficialmente sobre a iniciativa.

Em meio a críticas por parte dos governos de Brasil, Paraguai e Uruguai, nos últimos dias de fevereiro o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, se reuniu com a ministra da Indústria argentina, Débora Giorgi, em Buenos Aires, e ambos concordaram em criar uma comissão especial para monitorar a tramitação das licenças de importação. O mecanismo permite ao governo argentino ter até 60 dias para autorizar a entrada de produtos importados no país. Uma das medidas mais polêmicas foi a suspensão da licença para a importação de bonecas Barbie.


Alerta
Devagar. Na semana passada, a Anfavea informou que as máquinas agrícolas brasileiras estão paradas na aduana argentina desde janeiro. Há dois anos, o país passou a exigir licenças de importação e a autorização ficou lenta.



Fonte: O Tempo 10/03/2011
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