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Importação mineira caiu 10,82% no 1º bimestre



As importações por meio dos portos-secos de Minas Gerais continuam caindo. Em fevereiro, os desembaraços nas zonas aduaneiras somaram US$ 355,160 milhões, 4,9% a menos do que o total registrado em janeiro. Em relação aos desembarques feitos em idêntico mês do ano passado (US$ 434,504 milhões), a queda foi ainda maior: 18,3%. De acordo com informações da Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil (RFB), na comparação do primeiro bimestre deste ano (US$ 728,400 milhões) com os dois mesmos meses do exercício passado (US$ 816,758 milhões) houve recuo de 10,82%.

Na avaliação do presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Minas Gerais (Sdamg), Frederico Pace Drumond, a retração verificada no começo de 2011 é atípica. Segundo ele, ela pode ser atribuída ao elevado número de equipamentos importados por meio das aduanas pela Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil (VSB) no início de 2010, que enfraqueceu a base de comparação. Os produtos foram destinados à construção e montagem da nova planta da siderúrgica em Jeceaba, na região dos Campos das Vertentes.

"A influência de grandes projetos incide consideravelmente no volume de mercadorias desembarcadas nos portos-secos. A diferença, portanto, foi causada pela quantidade de equipamentos desembaraçados durante o primeiro trimestre de 2010, em função da construção da usina da VSB em Jeceaba", explicou Drumond. O investimento está orçado em R$ 1,6 bilhão e o start up da unidade deve acontecer ainda neste ano, segundo informações da VSB.


Nos dois primeiros meses deste exercício, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), registrou o maior volume de importações entre as aduanas mineiras, com participação de 37,5% no total. No período, as operações na zona de desembaraço somaram US$ 273,869 milhões, 38,7% a menos do que os US$ 446,713 milhões registrados em idêntico bimestre de 2010.

O porto-seco Granbel, em Betim (RMBH), controlado pela Usifast, foi responsável por 32,4% das importações do período e respondeu pelo segundo melhor desempenho na comparação com o mesmo período do ano passado. Nesta base de comparação, os desembaraços atingiram US$ 236,320 milhões ante US$ 159,935 milhões em 2010, o que significa uma alta de 47,7%.

A aduana de Varginha, no Sul de Minas, com desembarques de US$ 79,502 milhões nos dois primeiros meses deste ano, respondeu por 10,9% da movimentação do Estado no intervalo. E frente aos números de igual período de 2010 (US$ 69,539 milhões) foi registrado incremento de 14,3%.

Já o porto-seco de Uberlândia (Triângulo Mineiro) movimentou US$ 64,114 milhões em mercadorias desembaraçadas durante o primeiro bimestre, o que representa 8,8% do total das divisas geradas nas aduanas mineiras. Em relação aos US$ 44,688 milhões desembarcados em igual período de 2010, houve evolução de 43,4%.

Entre janeiro e fevereiro, as importações do porto-seco de Uberaba, também no Triângulo, somaram US$ 53,894 milhões, 24,6% a mais do que os US$ 43,238 milhões movimentados nos mesmos meses de 2010. Os desembarques da aduana responderam por 7,4% do total de Minas Gerais.

A aduana de Juiz de Fora, na Zona da Mata, continua registrando os menores valores. No primeiro bimestre de 2011 as importações por meio do terminal totalizaram US$ 20,701 milhões, contra US$ 52,673 milhões no mesmo período de 2010, queda de 60,7%. Os desembarques representaram apenas 2,8% do total de Minas.


Exportações - Por outro lado, as exportações por meio das aduanas estaduais cresceram. Entre janeiro e fevereiro, as remessas somaram US$ 155,502 milhões, contra US$ 93,229 milhões em idêntico intervalo do exercício anterior, o que representa elevação de 66,8%, ainda conforme as informações da RFB.

O terminal de Confins, com vendas externas de US$ 45,462 milhões nos dois primeiros meses de 2011, ante US$ 40,090 milhões no mesmo bimestre de 2010 (acréscimo de 13,4%), respondeu por 29,2% do total. Em idêntico confronto, os embarques por meio da aduana de Varginha (Sul de Minas), em contrapartida, somaram US$ 5,828 milhões (3,7% do total), contra US$ 9,902 milhões, redução de 41,1%.


Nos dois primeiros meses deste exercício, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), registrou o maior volume de importações entre as aduanas mineiras, com participação de 37,5% no total. No período, as operações na zona de desembaraço somaram US$ 273,869 milhões, 38,7% a menos do que os US$ 446,713 milhões registrados em idêntico bimestre de 2010.

O porto-seco Granbel, em Betim (RMBH), controlado pela Usifast, foi responsável por 32,4% das importações do período e respondeu pelo segundo melhor desempenho na comparação com o mesmo período do ano passado. Nesta base de comparação, os desembaraços atingiram US$ 236,320 milhões ante US$ 159,935 milhões em 2010, o que significa uma alta de 47,7%.

A aduana de Varginha, no Sul de Minas, com desembarques de US$ 79,502 milhões nos dois primeiros meses deste ano, respondeu por 10,9% da movimentação do Estado no intervalo. E frente aos números de igual período de 2010 (US$ 69,539 milhões) foi registrado incremento de 14,3%.

Já o porto-seco de Uberlândia (Triângulo Mineiro) movimentou US$ 64,114 milhões em mercadorias desembaraçadas durante o primeiro bimestre, o que representa 8,8% do total das divisas geradas nas aduanas mineiras. Em relação aos US$ 44,688 milhões desembarcados em igual período de 2010, houve evolução de 43,4%.

Entre janeiro e fevereiro, as importações do porto-seco de Uberaba, também no Triângulo, somaram US$ 53,894 milhões, 24,6% a mais do que os US$ 43,238 milhões movimentados nos mesmos meses de 2010. Os desembarques da aduana responderam por 7,4% do total de Minas Gerais.

A aduana de Juiz de Fora, na Zona da Mata, continua registrando os menores valores. No primeiro bimestre de 2011 as importações por meio do terminal totalizaram US$ 20,701 milhões, contra US$ 52,673 milhões no mesmo período de 2010, queda de 60,7%. Os desembarques representaram apenas 2,8% do total de Minas.



Fonte: Diário do Comércio 21/03/2011
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