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Câmbio facilita importação e desestimula produção local



Pesadelo para empresas exportadoras, a valorização do real frente ao dólar é positiva para quase todos os fornecedores de infraestrutura para telefonia. A maioria deles traz de fora - geralmente, da China - os equipamentos vendidos no Brasil.


A exceção fica por conta da Ericsson, que produz estações radiobase e material para redes de telefonia móvel em São José dos Campos (SP).


O dólar abaixo de R$ 1,60 é um desestímulo "completo" à produção local, avalia o vice-presidente da Abinee para telecomunicações, Paulo Castelo Branco. No ano passado, a balança comercial do setor ficou negativa em US$ 1,5 bilhão. Entram na conta exportações e importações de telefones móveis, mas os equipamentos de redes são os maiores causadores do déficit.


"Para as empresas, está mais barato importar. A produção local fica inviável", afirma o presidente do conselho de administração da Nokia Siemens no país, Aluizio Byrro. O executivo defende a adoção de medidas compensatórias - como a redução de impostos - para estimular a indústria nacional.


Apesar do cenário favorável à importação, a Alcatel-Lucent não descarta a possibilidade de fabricar no Brasil no médio prazo. Com o lançamento das redes de telefonia móvel de quarta geração (4G), a ideia pode voltar a fazer sentido, diz o presidente da empresa no país, Jonio Foigel.


A companhia inaugura, na próxima semana, um centro de integração de tecnologia em São Paulo. A unidade, que vai desenvolver software para áreas como segurança de redes e call center, será um dos cinco centros mantidos pela empresa no mundo.



Fonte: Valor Econômico 26/04/2011
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