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Mercado chileno está aberto para Minas



Dar os primeiros passos para introduzir uma empresa ou um produto no mercado internacional não é tarefa simples. As empresas mineiras de Tecnologia da Informação (TI) que desejam expandir sua atuação para o Chile podem conseguir o apoio da Sociedade Mineira de Software (Fumsoft), agente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) em Minas Gerais, para encarar esse desafio. Um novo grupo de empresas está sendo formado com foco em aumentar a expressividade da indústria brasileira de software naquele país.

Empresas que já exportam, que ainda não exportam, mas estão preparadas, ou aquelas que só futuramente almejam entrar no comércio exterior podem contar com uma série de incentivos para se internacionalizar. No caso de empresas que têm interesse no mercado chileno, o projeto "Minas Exporta para o Chile" é a opção indicada. Como parte das ações do Programa Setorial Integrado para Exportação de Software (PSI-SW), o projeto visa à criação de possibilidades e incentivos para que as empresas insiram seus produtos e serviços no país andino.

Seja qual for o ramo em que a empresa atua, há possibilidades de conseguir incentivos para exportar para o Chile. Contudo, empresas que trabalham no desenvolvimento de software para o setor de mineração têm uma oportunidade especial. A Softex criou uma nova vertical dedicada à mineração, atividade considerada vocação econômica de Minas Gerais. O consultor da Softex para essa vertical, Wilson Caldeira, explica os benefícios para as empresas mineiras voltadas a esse setor: "Elas podem se associar ao grupo e, com o apoio da Softex e da Fumsoft, criarem ações de vendas no Chile".

Em um workshop realizado na Fumsoft em agosto de 2010, o representante da Agência de Desenvolvimento Econômico do Chile (Corfo), Eduardo Altamirano Cabrera, explicou aos empresários as características do mercado chileno e mostrou as vantagens para as empresas brasileiras. O Chile tem a meta de duplicar seu Produto Interno Bruto (PIB) até 2023 e, em uma lista de 64 países, é o primeiro em investimento nas atividades mineradoras.

Para atender as demandas do mercado chileno, as empresas podem ser apresentadas por consultores da Softex e da Fumsoft a potenciais contatos no país. Além disso, recebem apoio para condução dos negócios. Empresas interessadas nessa oportunidade precisam se integrar ao projeto PSI-SW. O empresário André Andrade, sócio da Visual Virtual, já aderiu ao projeto e acredita no potencial das empresas mineiras. "A ideia é excelente, principalmente porque Minas Gerais tem um potencial enorme para exportação de softwares voltados à mineração", justifica.


 



Fonte: Diário do Comércio 03/05/2011
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