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Fiesp quer discutir barreiras argentinas




Buenos Aires - O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, pretende discutir com as montadoras e as fabricantes de autopeças brasileiras medidas para equilibrar o comércio entre o Brasil e a Argentina. Do total do déficit de US$ 5,8 bilhões que a Argentina teve com o Brasil em 2011, US$ 3,4 bilhões foram em autopeças.

"Pretendo conversar com o presidente da Anfavea, que é vice-presidente da Fiesp, (Cledorvino Belini), e com os fábricas de autopeças, no sentido de saber como está a situação e o que é possível fazer", afirmou na sexta-feira em Buenos Aires, após reunião com executivos de empresas brasileiras instaladas no país.

As declarações de Skaf foram feitas após dois dias de reuniões com representantes das principais empresas brasileiras instaladas no país e com representantes do governo argentino sobre o impacto das novas medidas protecionistas, que entraram em vigor nesta semana. As reuniões não contaram com representantes das montadoras ou empresas de autopeças brasileiras.

Skaf, no entanto, argumentou que "grande parte da indústria automobilística brasileira ainda é produzida em São Paulo". "E, eu represento sim as montadoras. Sou representante de todos os setores produtivos do Estado de São Paulo e também da indústria de autopeças porque são todas filiadas à Fiesp."

O presidente da Fiesp anunciou também que pretende conversar com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), com a União Industrial Argentina e outras autoridades do Brasil e da Argentina para organizar "um grande evento, em Buenos Aires ou em São Paulo, para mostrar as possibilidades de investimentos brasileiros na Argentina". Skaf argumentou que o mercado argentino é um bom cliente para os brasileiros.

Skaf visitou na quinta-feira uma fábrica argentina de autopeças, a convite dos ministros de Economia e de Indústria, Hernán Lorenzino e Débora Giorgi, respectivamente, e do secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, com quem se reuniu. "A Argentina está em condições de vender produtos de qualidade mundial ao Brasil e trabalha para obter mais acesso de modo a reduzir o déficit comercial bilateral", disse Débora Giorgi, em nota distribuída à imprensa.



 



Fonte: DIÁRIO DO COMÉRCIO. (AE)
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