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Anac dá aval para todas as propostas recebidas



 

Rio - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aceitou na sexta-feira todas as propostas apresentadas pelos consórcios interessados em participar do leilão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília. Com o aval da agência, o mercado e o governo esperam uma disputa acirrada.

Embora o número de consórcios não tenha sido oficialmente divulgado pela agência, pelo menos 11 grupos entregaram os documentos exigidos para participar da concorrência. O número não diverge muito da quantidade de consultas recebidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

"Uma dezena" de empresas procurou o banco para saber sobre as condições de financiamento em caso de vitória, revelou na sexta-feira, em evento em São Paulo, o presidente da instituição, Luciano Coutinho.

Dos grupos que entregaram as propostas na última quinta-feira, pelo menos quatro vão concorrer às três concessões: a CCR com a operadora suíça Zurich; a Odebrecht com a operadora Changi, de Cingapura; a OHL com a espanhola Aena, e a Invepar com a operadora sul-africana ACSA. Cada grupo só poderá ficar com a gestão de um aeroporto.

Nos bastidores, fontes que acompanharam a formação dos consórcios dizem que o grupo liderado pela CCR deve apostar todas as suas fichas no terminal de Guarulhos, o ativo mais cobiçado da licitação. Já o consórcio do qual faz parte a Odebrecht deve concentrar seus esforços no de Campinas, de olho no grande volume de obras que precisam ser feitas.

Também espera-se uma atuação agressiva da Queiroz Galvão e da Corporación América, empresa argentina que, em agosto do ano passado, venceu o leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, em parceria com a Engevix. O consórcio deu um lance de R$ 170 milhões, o que representou um ágio de 228%.

A dois dias da data marcada, caem as últimas tentativas de suspender o leilão. Na sexta-feira, a juíza federal Eliana Borges de Mello Marcelo, titular da 1ª Vara Federal em Guarulhos (SP), decidiu manter a concorrência em resposta a uma ação movida pelo Sindicato Nacional dos Empregados em Empresas Administradoras de Aeroportos (Sina).




Fonte: DIÁRIO DO COMÉRCIO. (AE)
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