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Confins irá a leilão depois das eleições



 

 














ALISSON J. SILVA
O aeroporto internacional de Confins exige investimentos para atender ao aumento da demanda
O aeroporto internacional de Confins exige investimentos para atender ao aumento da demanda

Brasília - A presidente Dilma Rousseff já bateu o martelo sobre a concessão à iniciativa privada dos aeroportos de Confins (Belo Horizonte), Galeão (Rio de Janeiro) e um terceiro no Norte ou no Nordeste. Os leilões serão feitos este ano, mas depois das eleições municipais de outubro, para evitar o uso político da privatização na campanha.

O governo quer adiar a segunda rodada para depois das eleições para não alimentar críticas de que o primeiro leilão (Viracopos, Brasília e Guarulhos) foi malfeito. Apesar dos ágios elevados, nenhum grande administrador aeroportuário entrou no processo.

Confins, que precisa de investimentos para atender à demanda, e o Galeão, que não tem problema de capacidade mas carece de qualidade no serviço prestado, serão por essas razões os primeiros da lista. No Nordeste, podem ser transferidos à inciativa privada os aeroportos de Salvador ou Recife. No Norte, o de Manaus tem mais chances, devido, como o GAleão, a gargalos de atendimento.

Para aumentar a competição, a ideia é que os vencedores dos três primeiros leilões fiquem de fora dos seguintes, ainda que em regiões distintas. Oficialmente, porém, os técnicos do governo evitam fazer comentários sobre futuras concessões. O plano de outorga elaborado pela Secretaria de Aviação Civil, que vai ajudar a definir o destino de cada terminal, precisa passar pela aprovação da presidente.

Já em relação a Viracopos (Campinas), o processo continua em análise na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), aguardando parecer da Advocacia-Geral da União. Disputam o aeroporto, leiloado em 6 de fevereiro, Triunfo Participações, vencedora, e Odebrecht, segunda.

O acirramento da disputa levou a Anac a adiar o prazo para um parecer final. Segundo cronograma publicado segunda-feria no "Diário Oficial da União", a agência fixou para amanhã a decisão final. O prazo era sexta-feira passada.




Fonte: DIÁRIO DO COMÉRCIO.(AG)
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