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Importação sobe 15% no 1º trimestre




 














DIVULGAÇÃO/IABR
A produção nacional de aço passou de 8,488 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2011 para 8,694 milhões neste ano
A produção nacional de aço passou de 8,488 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2011 para 8,694 milhões neste ano

Após sucessivas quedas em 2011, as importações de aço voltaram a crescer no começo deste ano. No primeiro trimestre foi registrada alta de 15% nos embarques em relação ao mesmo intervalo de 2011. Por outro lado, as siderúrgicas aumentaram as vendas no mercado interno e elevaram a produção de aço bruto em 2,4% na mesma base de comparação. Já em março, frente a igual mês do exercício passado, as compras no exterior tiveram expansão de 27,5%, enquanto a produção subiu apenas 2,2%.

Os desembarques de aço no país totalizaram 996,2 mil toneladas no acumulado dos três primeiros meses deste ano, contra 886,2 mil toneladas no primeiro trimestre de 2011. A movimentação financeira no período passou de US$ 1 bilhão para US$ 1,201 bilhão, alta de 20,1%, segundo balanço divulgado ontem pelo Instituto Aço Brasil (IABr).

Enquanto a produção siderúrgica brasileira continua impulsionada pela exportação de aço semiacabado (blocos, tarugos, lingotes e placas), que possui baixo valor agregado, a maior parte das importações é de produtos de elevado valor, como laminados planos e longos e aços transformados.

De acordo com a entidade, as importações de aços transformados aumentaram 31,2% entre janeiro e março na comparação com o mesmo período de 2011. Os desembarques passaram de 101,6 mil toneladas para 133,7 mil toneladas.

Já as importações de laminados planos, amplamente utilizados pelo setor industrial, avançaram 16,8% no acumulado dos três primeiros meses ante igual intervalo do exercício passado. As compras externas atingiram 584 mil toneladas, ante 500 mil toneladas em 2011.














DIVULGAÇÃO
As siderúrgicas brasileiras produziram 8,694 milhões de toneladas de aço de janeiro a março deste ano
As siderúrgicas brasileiras produziram 8,694 milhões de toneladas de aço de janeiro a março deste ano

A entrada do produto importado no país é considerada uma das maiores ameaças ao setor siderúrgico nacional. A baixa competitividade do segmento no Brasil, agravada pelo aumento nos custos de produção e pela desvalorização do dólar, reduz a capacidade das empresas em enfrentar a concorrência internacional.

Apesar do avanço nas importações, as usinas brasileiras produziram 8,694 milhões de toneladas entre janeiro e março. No mesmo intervalo do ano passado, foi registrada uma produção de 8,488 milhões de toneladas, conforme o IABr.

O crescimento foi impulsionado pela produção de aço semiacabado, que aumentou 8,3% no primeiro trimestre em relação ao acumulado de janeiro a março do exercício passado. A fabricação passou de 1,711 milhões de toneladas para 1,852 milhões de toneladas.

Já a de laminados apresentou incremento de 3% na mesma base de comparação. Entre janeiro e março a produção totalizou 6,5 milhões de toneladas, contra 6,308 milhões de toneladas no ano passado.

A laminação de planos, por sua vez, passou de 3,663 milhões de toneladas para 3,8 milhões de toneladas, elevação de 4% no período, enquanto a produção de longos cresceu 1,7% no trimestre em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Neste segmento foram produzidas 2,690 milhões de toneladas, ante 2,645 milhões de toneladas em 2011.

Ainda de acordo com a entidade, o consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos, que considera as vendas das usinas e as importações, somou 2,4 milhões de toneladas em março e 6,4 milhões de toneladas no acumulado do primeiro trimestre. Esses valores representaram crescimento de 8,7% e de 4,8%, respectivamente, em relação a igual período do ano anterior.

Já as vendas externas das usinas apresentaram retração no início do ano. As exportações somaram 2,585 milhões de toneladas, contra 2,822 milhões de toneladas nos primeiro trimestre do ano passado, o que representa queda de 8,4%. A movimentação financeira registrou queda de 8,9% no período, passando de US$ 2 bilhões para US$ 1,8 bilhão.




Fonte: DIÁRIO DO COMÉRCIO. RAFAEL TOMAZ.
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