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Superávit comercial em setembro foi de US$ 2,557 bi




Brasília - O superávit da balança comercial brasileira em setembro totalizou US$ 2,557 bilhões, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). As exportações no mês somaram US$ 19,999 bilhões, com média diária de US$ 1,052 bilhão. As importações somaram US$ 17,442 bilhões, com média diária de US$ 918 milhões.

De acordo com o Mdic, pela média diária as exportações tiveram queda de 5,1% em relação a setembro de 2011 e as importações recuaram 4,6% no mesmo período. Na quarta semana de setembro, o superávit foi de US$ 429 milhões, resultado de vendas externas de US$ 4,977 bilhões e importações de US$ 4,548 bilhões.

De acordo com dados do Mdic, a balança comercial brasileira acumulou de janeiro a setembro um superávit de US$ 15,727 bilhões, o que representa uma queda de 31,8% em relação a igual período do ano passado.

As exportações somam no acumulado do ano US$ 180,597 bilhões, com média diária de US$ 955,5 milhões. As importações totalizam no período US$ 164,870 bilhões, com média diária de US$ 872,3 milhões. Os dados mostram que as vendas externas registram uma queda de 4,9% nos nove meses do ano até setembro em comparação ao mesmo período de 2011, enquanto as importações recuaram 1,2% na mesma base de comparação.


EUA - As exportações brasileiras registram crescimento de janeiro a setembro deste ano apenas para os Estados Unidos: 11% em relação ao mesmo período de 2011. Há uma retração nas vendas de 20,2% para a Argentina; de 8,1% para a União Europeia; de 10,4% para a América Latina e Caribe; e de 3,8% para a China.

A secretária de Comércio Exterior do Mdic, Tatiana Prazeres, disse que a queda no preço do minério de ferro explica parte da queda das vendas externas brasileiras para a União Europeia. " um item importante da pauta", disse.

Em relação ao comércio com a Argentina, Tatiana disse que tem havido um aumento das exportações brasileiras desde julho em relação aos meses anteriores. No entanto, atribuiu a queda nas vendas brasileiras para o parceiro do Mercosul à diminuição dos mercados, dos preços de alguns produtos nos quais o Brasil é competitivo e às barreiras impostas pela Argentina aos exportadores brasileiros em alguns setores.

"Estamos aquém do potencial do comércio para o país, mas a situação externa de um modo geral e a situação interna na Argentina não favorecem um crescimento mais acentuado do comércio bilateral", disse.

Com relação à China, Prazeres disse que o país asiático "tende a terminar o ano como principal origem das nossas importações". No entanto, fez questão de destacar que a China está em primeiro ou segundo lugar como parceiro comercial de 78 países.

Segundo os dados do ministério, 15,2% das importações brasileiras têm como origem a China e 14,5% são dos Estados Unidos.




Fonte: (AE) DIÁRIO DO COMÉRCIO.
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