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Ampliação do aeroporto da Pampulha




O aeroporto da Pampulha pode ser ampliado e em breve voltar a receber voos de aeronaves com capacidade para até 72 passageiros. A informação foi revelada, ontem, pelo prefeito Marcio Lacerda, durante o evento "Conexão Empresarial", promovido pela VB Comunicação, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

"Estamos em entendimento com a Infraero (Empresa de Infraestrutura Aeroportuária) e com o governo de Minas para desenvolver um estudo que definirá o melhor uso para o terreno ao lado do terminal. Uma das possibilidades é a ampliação do aeroporto", disse o prefeito.

Marcio Lacerda não entrou em detalhes mas afirmou que a unidade das Forças Aéreas Brasileiras (FAB), instalada em terreno que fica ao lado do terminal, será desativada. Ao mesmo tempo, o chefe do Executivo da Capital afirmou que a Infraero já adquiriu um terreno adjacente ao do aeroporto, mas não deixou claro se era a mesma área onde hoje fica a FAB.


Centro administrativo
- Além disso, o prefeito revelou, em primeira mão, que a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) deve construir um centro administrativo, a exemplo da Cidade Administrativa, do governo do Estado. Lacerda limitou-se a dizer que mais detalhes serão divulgados no primeiro semestre de 2013, mas deixou escapar que o anteprojeto do empreendimento já está pronto. O local e o valor estimado do aporte, entretanto, ainda não foram revelados.

Durante sua palestra para empresários, industriais e representantes de entidades setoriais, como a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Lacerda disse que o maior desafio de sua segunda gestão à frente do Executivo de Belo Horizonte é a mobilidade urbana.

"Hoje, o principal desafio em Belo Horizonte é a mobilidade urbana e esta é uma área que demanda investimentos pesados", afirmou. Até 2030, continuou o prefeito, a PBH estima que serão necessários aportes da ordem de R$ 24 bilhões, incluindo o metrô, a implantação do Bus Rapid Transit (BRT) e outras obras viárias, para que 70% da população da Capital use o transporte de massa.

Lacerda descartou a implantação do monotrilho como opção para desafogar o trânsito da Capital pelo menos até o momento. "Não é um transporte de alta capacidade e a relação custo-benefício não é tão boa, ainda mais considerando alguns aspectos como a topografia de Belo Horizonte. Já fizemos análises sobre a implantação do monotrilho em alguns trechos da cidade e concluímos que, com a tecnologia que existe hoje, esta não é a melhor solução", disse o prefeito durante palestra.

Sobre as contas da PBH em 2012, Lacerda garantiu que o Tesouro municipal fechará o exercício no azul. Ele lembrou que, nos últimos anos, o Executivo vem investindo entre 10% e 15% da receita, além dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de repasses do governo federal e de financiamentos e empréstimos.


Fonte: LEONARDO FRANCIA. DIÁRIO DO COMÉRCIO.
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