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Confins pode ser explorado pela iniciativa privada



A presidente Dilma Rousseff anuncia hoje o plano de investimentos para aeroportos que deverá contemplar a tão esperada concessão à iniciativa privada do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. O anúncio deverá seguir medidas semelhantes às adotadas pelo governo para rodovias, ferrovias e portos anunciadas ao longo de 2012.

Segundo o secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles, apesar de tardio, o programa que tem sido esperado há meses para o principal aeroporto de Minas Gerais será anunciado em um bom momento. "Visitei o Aeroporto de Viracopus (SP) e é impressionante a diferença após 90 dias da privatização. Em Minas não é diferente. A iniciativa privada realmente precisa entrar no setor", afirma.

O anúncio da presidente deverá contemplar o controle acionário dos aeroportos ao setor privado, tendo Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), como sócia minoritária. Possivelmente, o governo repetirá o modelo usado no início do ano na privatização dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília, no qual a iniciativa privada ficou com 51% do capital e a Infraero, com 49%.

Além disso, Melles afirma que caso a presidenta confirme os planos de investimentos para a aviação regional, Minas sairá na frente, já que desde 2003 o governo do Estado investe no setor por meio do Programa Aeroportuário de Minas Gerais (Proaero), que visa adequar os aeroportos do interior com o mínimo de estrutura prevista pela Organização de Aviação Civil Internacional (Oaci). Desde então, quase R$ 300 milhões já foram aportados nos terminais do interior.

"Minas, com menos investimentos, tem condições de apresentar uma logística aeroviária formidável. Já possuímos a cada 100 quilômetros um aeroporto e vamos continuar trabalhando para que todos operem em padrões internacionais. Mas, o que precisamos, de fato, é da intervenção do governo federal na regionalização dos voos", diz.


Anel - O governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), encaminhou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) a sugestão de um plano emergencial de obras para o Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Orçada em R$ 250 milhões, a medida precisa da aprovação do governo federal para sair do papel.

Segundo o diretor geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DER-MG), José lcio Santos Monteze, o plano resolveria parte dos problemas da via até a conclusão de sua revitalização e modernização, que está sendo licitada. "Para a implantação seriam gastos cerca de R$ 100 milhões já no primeiro ano. Os outros R$ 150 milhões seriam divididos nos três exercícios subseqüentes para operação e manutenção da via", explica.

As intervenções previstas no plano emergencial incluem serviço de atendimento integrado aos usuários; faixas exclusivas para veículos pesados; implantação de áreas de escape; câmeras de monitoramento e melhorias na sinalização.



Fonte: (MB) DIÁRIO DO COMÉRCIO.
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