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Corporación estuda Confins



São Paulo - A Corporación América estuda participar do processo de concessão dos aeroportos Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e do Galeão, no Rio de Janeiro, que o governo federal prevê leiloar em setembro, e também avalia a possibilidade de operar aeroportos regionais no país. A informação foi dada ontem pelo gerente de infraestrutura da Aeropuertos Argentina 2000, Gerardo Pucciarello.

A companhia avalia opções de parceria para Galeão e Confins ainda que, pela regra anunciada, não possa participar como operadora, já que não atua em aeroportos com movimento de mais de 35 milhões de passageiros por ano. Pucciarello informou que a empresa conversa com operadores de grandes terminais, que respondem à exigência do governo.

Ele não quis revelar quais aeroportos regionais estariam no alvo da companhia, mas disse que, no ano passado, sete foram avaliados e haveria interesse para aeroportos com movimento a partir de 1 milhão de passageiros/ano. Segundo ele, a companhia considera tanto aeroportos federais, dentro o plano do governo de construir ou ampliar aeroportos regionais, como estaduais e municipais.

O decreto que inclui os aeroportos do Galeão e de Confins no Plano Nacional de Desestatização (PND) foi publicado em 4 de março no "Diário Oficial da União". O órgão encarregado de cuidar da execução e acompanhar o processo de desestatização desses aeroportos será a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Já a supervisão de todo o processo ficará a cargo da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, bem como a responsabilidade pela condução e aprovação dos estudos, projetos, levantamentos ou investigações relativos ao assunto.

O governo federal anunciou a concessão desses aeroportos em dezembro, durante a divulgação do Programa de Investimentos em Logística dedicado a aeroportos. A previsão é que o edital de licitação seja publicado em agosto de 2013 e de que o leilão ocorra em setembro do mesmo ano.

Na ocasião, o então ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, disse que as empresas que desejarem participar do processo precisam ter experiência em aeroportos com capacidade de circulação anual de pelo menos 35 milhões de passageiros.

A expectativa é que a concessão de Confins resulte em R$ 4,8 bilhões em novos investimentos. No caso do Galeão, esses investimentos devem chegar R$ 6,6 bilhões. Não poderão participar do leilão acionistas majoritários na operação de outros aeroportos, a exemplo do que já foi feito nas licitações dos terminais já concedidos.


Fonte: (AE/ABr)
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