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Projeto dispensaria "puxadinho" no Aeroporto de Confins



Quem vencer a licitação para administrar o Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) terá duas grandes pendências para executar: o Terminal 2 e o aeroporto-indústria. “O projeto do Terminal 2 já está pronto desde 2009 e ele já poderia estar pronto. Se estivesse, não seria preciso fazer o puxadinho agora”, afirmou o subsecretário de Investimentos Estratégicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Luiz Antônio Athayde. Em 2008, o governo mineiro investiu R$ 5 milhões na elaboração de um Master Plan. “Esse estudo já dava orientações para a construção do segundo terminal”, destacou Athayde, que participou ontem do Conexão Empresarial, promovido pela VB Comunicação.


O `puxadinho´, que será construído por meio de contratação direta – após três tentativas de licitação fracassadas por falta de interessados – vai ampliar a capacidade em mais 3,9 milhões. Se o segundo terminal estivesse pronto, a capacidade extra seria de 5 milhões para 2014 e outros 5 milhões para 2018.

Segundo Athayde, na época em que o governo financiou o estudo, a Infraero preferiu priorizar a construção de um terminal remoto. Agora, o que será feito é um terminal provisório, para atender ao aumento da demanda da Copa do Mundo, às pressas.


“Por um lado, foi até bom, pois se a Infraero tivesse investido na construção de um terminal remoto, mais distante do terminal atual, traria desconforto aos passageiros. Agora eles vão fazer o puxadinho, só que em uma área que já existe. E quem vencer a concessão vai assumir a construção do Terminal 2”, avalia.


O edital de licitação para a concessão de Confins será publicado em setembro. O investimento previsto é de R$ 4,8 bilhões. Além desse valor, o vencedor terá pela frente outros gastos, como a construção do segundo terminal e a licitação do aeroporto-indústria, que já foi objeto de licitação duas vezes, sem interessados.


Na época em que se começou a falar do segundo terminal, especialistas estimaram o custo em US$ 200 milhões e US$ 300 milhões (R$ 400 mi a R$ 600 mi).


O que é

Aeroporto-Indústria:


* É um complexo especial que permitirá o funcionamento de uma zona de neutralidade fiscal, englobando montagem, armazenamento, processamento logístico e manufaturas de produtos dentro do aeroporto


* As empresas instaladas no local terão benefícios como suspensão tributária na exportação e na produção de bens


* Houve duas tentativas de licitar um operador logístico, sem sucesso. Agora, a administração ficará a cargo de quem vencer a concessão


Fonte: Queila Ariadne
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