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Aeroportos despertam interesse



Brasília - O chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República, Moreira Franco, disse ontem que o resultado do leilão dos aeroportos de Galeão, no Rio, e Tancredo Neves, em Confins (RMBH), demonstrará que o setor privado tem um interesse muito grande e confiança no futuro do país.

"Há disposição dos grupos, não só empresariais, como também dos operadores, de enfrentar esse desafio e dar essa contribuição ao país", afirmou, em audiência pública na Câmara.

Na segunda-feira passada, cinco consórcios formados por empresas nacionais e estrangeiras entregaram propostas para o leilão dos dois aeroportos. Todos os consórcios irão disputar a concessão de Galeão e três, a de Confins. As propostas serão habilitadas ou não nesta quinta-feira, depois de análise da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Franco fez comentários sobre a ação do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ), que tenta suspender a licitação sob a alegação de que o edital não contempla melhoria nas condições de segurança de Galeão.De acordo com ele, a Advocacia Geral da União (AGU) responderá e encaminhará a questão.


Otimismo - A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, também manifestou otimismo com o leilão dos aeroportos. Pela conta da pasta no Twitter, Gleisi disse que "as grandes operadoras mundiais estão mostrando interesse em atuar no Brasil".

"Teremos consórcios qualificados disputando os leilões de Galeão e Confins", escreveu a ministra no microblog. Ela avaliou ainda que a participação de grandes operadoras mundiais "é bom para o nosso sistema aeroportuário e demonstra confiança no país".

O leilão será às 10 horas de sexta-feira na BM&FBovespa, em São Paulo. Haverá disputa simultânea para os dois aeroportos, que não podem ser arrematados por um mesmo consórcio. Se os valores oferecidos por dois grupos forem semelhantes, haverá uma rodada de propostas presenciais.

"Mais do que agilidade no leilão, o que o governo espera é qualidade e melhoria no atendimento ao usuário", disse ontem a ministra no Twitter.

A estimativa do governo é obter um ágio superior a 350% sobre os valores iniciais de R$ 4,828 bilhões para o Galeão, e R$ 1,096 bilhão para Confins.


Fonte: (AE) DIÁRIO DO COMÉRCIO
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