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Abiquim ressalta importância do Reintegra para a indústria química brasileira



São Paulo - A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) considera a regulamentação do Reintegra uma medida da "mais alta relevância" para a indústria, segundo a diretora de Economia da associação, Fátima Giovanna Covielo Ferreira. O anúncio, feito na segunda-feira passada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, permite a devolução aos exportadores de manufaturados de um percentual da receita com as vendas externas "Devolve parte dos impostos, desonera as vendas para fora e, assim, melhora a competitividade", comentou.

A diretora disse ainda que a Abiquim contratará nos próximos dias uma consultoria para definir um percentual próprio para a indústria química. "Estamos analisando e vamos apresentar para ter um indicador relevante para todo o setor".

Para começar a valer, o Reintegra depende da publicação de uma portaria do ministro da Fazenda e permitirá que a alíquota, de 0,1% a 3%, seja diferenciada por bens.

O coordenador-geral de Tributação da Receita Federal, Fernando Mombelli, disse que a previsão, por enquanto, é de uma alíquota única. Mas, no futuro, segundo ele, poderá haver diferenciação entre os produtos. Já o ministro Guido Mantega declarou que o percentual seria de 0,3% em 2014 e de 3% em 2015

Abiplast - Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, as medidas de incentivo às empresas exportadoras são positivas no atual momento, mas ainda muito aquém do que a indústria precisa. "Por melhor que seja a intenção de governo em um momento tão delicado, ainda é muito aquém do que a indústria precisaria para recuperar a competitividade", disse.

O presidente da Abiplast ressaltou que a redução do Imposto de Renda sobre lucro no exterior, de 34% para 25%, ajuda apenas empresas com unidades sediadas fora do país. "Para o setor não vai pegar nem 2%. Esse acaba sendo um incentivo para produzir lá fora".

Para Coelho, entre as medidas mais eficazes para aumentar a competitividade estariam a redução da carga tributária para a produção, menor taxa de juros para investimento e capital de giro, simplificação de impostos e burocracia, além de maior segurança jurídica para investimentos. O presidente da Abiplast mencionou a alta carga trabalhista. (AE)


Fonte: (AE) Diário do Comércio.
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