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DI de Confins: obra só começa em 2009



 


As obras de urbanização do distrito industrial (DI) alfandegado anexo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins (RMBH), poderão começar somente em 2009, ao contrário de serem concluídas até dezembro deste ano, devido à morosidade no processo licitatório. Conforme a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), a concorrência ainda está em fase de análise de propostas de preços. O teto estabelecido no procedimento é de R$ 10 milhões.

A previsão divulgada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), em setembro, apontava para o término dos trabalhos até dezembro. Apesar de as obras serem definidas como simples, a licitação só terminaria na próxima semana, dando pouco mais de um mês para a empresa vencedora movimentar máquinas e trabalhadores e realizar os serviços.

Das nove concorrentes, duas foram inabilitadas. As sete que permanecerão na disputa são a Simbel Construções e Empreendimentos, a Opaco Engenharia, a Construtora Cinzel, a Convap Engenharia e Construções, a Ecopav Construções e Pavimentações, a KTM Administração e Engenharia e a Construtora Guia.

Enquanto as obras não começam, pelo menos 50 empresas aguardam o início da segunda fase do processo, para instalação e operação nos nove lotes do complexo, prevista para o segundo semestre de 2009.

A licitação para as áreas que abrigarão as empresas interessadas em atuar no aeroporto indústria, sobretudo dos setores de logística e componentes eletroeletrônicos, está prevista para março do ano que vem, segundo informações da Sede. O processo de concorrência será no âmbito federal, já que a área é de jurisdição da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).

Hub - O aeroporto indústria será um hub logístico multimodal para empresas que buscam a exportação de produtos e que dependem de cadeias de suprimento globais com base no transporte aéreo para assegurar rapidez, agilidade e acessibilidade a fornecedores e consumidores.

O principal benefício do projeto é que as companhias instaladas no complexo trabalharão com um regime tributário diferenciado, que prevê a isenção de impostos, além de terem suas linhas de produção operando próximas ao terminal de cargas. O ganho fiscal é considerado um importante diferencial competitivo no mercado externo.

A Codemig é a responsável pelas obras, que durarão cerca de seis meses, sendo que a Infraero administrará o DI alfandegado anexo ao aeroporto internacional. O empreendimento ocupará uma área de 46 mil metros quadrados pertencente ao Estado.

Os trabalhos da primeira etapa prevêem a urbanização da área, a construção de um entreposto aduaneiro, a realocação da cabine de medição de energia elétrica e interligação à rede elétrica do terminal de Confins.

Conforme informações da Sede, o Estado vai se esforçar junto à Infraero, para que tão logo seja conhecido o vencedor da concorrência para as obras, comecem os procedimentos que definirão as empresas que vão operar no complexo.




Fonte: Marx Fernandes - Diário do Comércio
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