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Portos secos: desembaraços têm queda



As importações desembaraçadas nos portos secos de Minas Gerais
apresentaram queda de 15,62% em janeiro, na comparação com igual
 mês do ano passado, e redução de 7,4% ante dezembro de 2008.
Os dados são da Superintendência da Receita Federal do Brasil
(SRFB) em Minas Gerais, e mostraram ainda que o resultado referente
às exportações de janeiro aumentaram 68% e 28%, respectivamente,
na mesma base de comparação.


Na aduana de Juiz de Fora (Zona da Mata), a retração nos desembarques
em janeiro atingiu 28% na comparação com igual mês de 2008. No porto
seco de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH),
controlado pela Usifast Logística S/A, do grupo Usiminas, houve
retração de 26% nas importações, na mesma base de comparação.


Mesmo com um resultado geral positivo nas exportações, o porto
seco de Juiz de Fora foi um dos poucos que apresentou queda, que
chegou a 100% nos embarques de janeiro, frente ao mesmo mês de 2008. O dólar em alta seria o principal responsável pelo resultado. A retração também ocorreu na aduana de Governador Valadares (Vale do Rio Doce), com recuo de 11% nos embarques na mesma base de comparação.


Segundo o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do
 Estado de Minas Gerais (Sdamg), Frederico Pace Drumond, a atividade
nos portos secos mineiros caíram em média 30% no mês passado.
A previsão era de retração de até 20%, levando em conta a fraca
movimentação comum nos meses de janeiro. Mas a crise financeira
mundial e o dólar em alta agravaram ainda mais o quadro do setor
 no Estado.


Para Drumond, as aduanas mineiras continuam com estoques altos nos
 pátios, uma situação nunca vista antes no setor. Os desembaraços
estariam saindo a conta-gotas. Antes dos reflexos da crise financeira
 atingirem o país, não havia estoque em zonas secundárias e terciárias de exportação e importação.


Segundo o presidente da Sdamg, os custos de armazenagem nas áreas
de alfândega superam em larga escala os de depósitos comuns. No
 entanto, com o dólar em alta e a baixa demanda dos diversos setores
da economia, somente os produtos prioritários estão saindo dos portos.


 



Fonte: Marx Fernandes
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