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Importações em queda livre



As importações dos setores de autopeças e de eletroeletrônicos através do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins (RMBH) caíram cerca de 80% e 30%, respectivamente, no primeiro trimestre do ano, ante igual intervalo de 2008. A estimativa é da superintendência da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) no terminal.


O recinto alfandegado do aeroporto é utilizado para importação de componentes e equipamentos por empresas que compõem o cinturão de fornecedores da Fiat Automóveis S/A, e por companhias, como a Clamper Indústria e Comércio, instalada em Lagoa Santa, e a Jabil do Brasil Indústria Eletroeletrônica, que funciona em Betim.


Mesmo com a retomada do aquecimento do setor de autopeças, baseada no aumento das vendas de veículos em função da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que inclusive começou a recontratar para suprir a demanda das montadoras no Estado, as importações seriam a última etapa da cadeia produtiva a sentir o novo fôlego. Com os quase oito meses de crise financeira, as empresas acumularam grandes volumes de estoques que precisam ser reduzidos antes de realizarem novos contratos.


No setor eletroeletrônico, especialistas apontaram que a redução nas importações devem girar em torno de 13% neste ano. Por ser um ramo que depende diretamente da demanda de mercado, os efeitos nas empresas é maior. Com a crise, houve um impacto geral nos negócios, que acarretou queda nos pedidos.


Mesmo com a base de comparação bastante retraída em relação ao mesmo período do ano passado, os portos secos do Estado teriam retomado o ritmo das atividades a partir de março, após quase quatro meses de estagnação e pátios lotados de mercadorias.


Vale lembrar que com a alta do dólar, a partir do ano passado, e a crise econômica mundial que ganhou força em setembro, as reduções na atividade de desembarque e de desembaraço de cargas no terminal foram drásticas, e bem próximas à paralisação.


Segundo informações do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de Minas Gerais (Sdamg), o aumento no mês passado em relação a fevereiro foi de cerca de 15% nos desembaraços. No entanto, na comparação com o mesmo mês de 2008, as aduanas mineiras apresentaram redução de 20% nos negócios.



Fonte: Diário do Comércio
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